Terça-feira, Janeiro 10

PNED - Parte II - Diretrizes e Metas

Adjútor Alvim*

O Plano Nacional de Educação para o biênio 2011-2020, em tramitação no Congresso Nacional através do Projeto de Lei 8035/2010, lista 10 diretrizes, propões 20 metas e define as estratégias para a concretização destas metas.


Este texto prossegue no estudo deste projeto de lei e lista as diretrizes e metas em discussão sem entrar em qualquer tipo de avaliação.

Textos posteriores procurarão selecionar as metas que provocaram mais debate na Câmara dos Deputados, onde ainda tramita, e nos organismos de classe.

PNED – Parte I – Você sabe o que é o Plano Nacional de Educação?

Adjútor Alvim*

Está em tramitação no Congresso Nacional, o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020. Entretanto, apesar de 11 entre 10 cidadãos brasileiros concordarem que educação deva ser prioridade do estado brasileiro, pouquíssimas pessoas (dentro as quais eu me incluo) tem um nível de informação à altura do que esta virtual unanimidade sugeriria.

Este é o primeiro texto de uma sequência que pretende apresentar um pouco do projeto, seus objetivos e metas, além de um breve histório que propiciem uma plataforma para sua discussão e acompanhamento.

Terça-feira, Dezembro 6

Lula: de Sapo a Rei

 Adjútor Alvim*

Depois de um primeiro mandato marcado pelo escândalo do mensalão, Lula deixou o governo aclamado pela população e com uma liderança entre o mundo político inimaginável para quem correu sérios riscos de sofrer processo de impeachment. Por que terá acontecido essa virada? 
Seguem alguns fatores que marcaram seus dois mandatos e permitiram a transformação do sapo em príncipe, ou melhor, rei, porque príncipe era o outro.


Segunda-feira, Dezembro 5

Pimentel deve Cair?


 Adjútor Alvim*

O ministro Pimentel está sendo acusado de manter contrato com entidades privadas com interesses em áreas onde ele possuía influência e/ou informações privilegiadas.

A Lei da Quarentena e a intenção da CGU de modifica-la comprovam que a questão de um gestor público atuar em empresas privadas logo após sua saída do governo é tema controverso não só no Brasil como no mundo. 

Algumas opiniões sustentam que não haveria nenhum impedimento legal ou ético em manter contratos com empresas privadas quando o homem público estivesse fora do governo.